Nasci em 1987 e me chamo Rafael.
Sempre fui um carinha legal, quando criança era uma criança normal, ás vezes fazia uma arte que outra como qualquer criança, chorava muito quando minha mãe saia e me deixava com alguma tia, daí sim eu incomodava bastante, ficava doente facilmente, estava sempre com bronquite ou uma gripe.
Então fui crescendo e ficando menos chorão. Quando adolescente comecei a andar de skate, tinha um amigo que andava muito bem, daí comecei a passar as tardes na praça andando com meus amigos, dia e noite, era tri massa. Nós faziamos rampas e vários obstáculos para nós andarmos, depois a gente deixava tudo escondido nos cantos da praça, daí os funcionários da prefeitura destruíam tudo.
Fomos na prefeitura várias vezes pedir para ser feita uma pista, mas nunca saiu nada. Falamos até com um candidato a vereador dessas últimas eleições, entregamos um projeto para ele, fizemos um negócio mais formal, mas não adiantou, ainda não saiu nada. Disseram que até o final do ano vai estar pronta, pois está nos projetos da prefeitura, mas vai saber se é verdade.
Os anos passaram e me alistei para o exército brasileiro, fizemos a inspeção, ficamos pelado num baita frio e alguns meses depois fomos todos dispensados, eu queria muito servir o quartel então fui ver se não tinha como eu ir, daí falaram que eu poderia servir, só se eu pegasse um ônibus e fosse até lá, mas isso era muita coisa para eu fazer sozinho, teria que ir para São Gabriel à mais de 600 km daqui, umas 7 horas de viagem, então se foi o meu sonho.
Três meses após o dia dá dispensa que tinha acontecido em janeiro, recebi uma carta na minha casa, era um chamado urgente para se apresentar de novo na junta militar, então lá fomos nós de novo para mais uma inspeção, alguns dias depois embarcamos e fomos em 38 jovens, voltou mais que a metade, mas eu fiquei e comigo ficaram mais 11. Depois de algum tempo dois foram embora, um foi expulso e o outro tinha filho, ficamos em 9 representando Guaporé na fronteira com o Uruguai, no sexto batalhão de engenharia e combate de São Gabriel, eu era um dos poucos voluntários á servir. Logo na primeira semana de internato me arrependi, mas fui me acostumando, foram 19 dias confinado com superiores gritando dia e noite no meu ouvido, mas valeu muito a pena, foi bastante produtivo, nós corríamos todos os dias em média de 6 á 7 km, correndo e cantando, o que era bom demais pois dava muita vibração. Com certeza foi a melhor experiência do mundo, só quem foi sabe o que é e quem não foi não vai pode falar. Esse fato foi a coisa que mais marcou a minha vida.
Para o futuro espero ainda um dia voltar para a melhor instituição do Brasil, vou tentar o concurso para Escola De Sargentos Das Armas. Que sonho!
Sempre fui um carinha legal, quando criança era uma criança normal, ás vezes fazia uma arte que outra como qualquer criança, chorava muito quando minha mãe saia e me deixava com alguma tia, daí sim eu incomodava bastante, ficava doente facilmente, estava sempre com bronquite ou uma gripe.
Então fui crescendo e ficando menos chorão. Quando adolescente comecei a andar de skate, tinha um amigo que andava muito bem, daí comecei a passar as tardes na praça andando com meus amigos, dia e noite, era tri massa. Nós faziamos rampas e vários obstáculos para nós andarmos, depois a gente deixava tudo escondido nos cantos da praça, daí os funcionários da prefeitura destruíam tudo.
Fomos na prefeitura várias vezes pedir para ser feita uma pista, mas nunca saiu nada. Falamos até com um candidato a vereador dessas últimas eleições, entregamos um projeto para ele, fizemos um negócio mais formal, mas não adiantou, ainda não saiu nada. Disseram que até o final do ano vai estar pronta, pois está nos projetos da prefeitura, mas vai saber se é verdade.
Os anos passaram e me alistei para o exército brasileiro, fizemos a inspeção, ficamos pelado num baita frio e alguns meses depois fomos todos dispensados, eu queria muito servir o quartel então fui ver se não tinha como eu ir, daí falaram que eu poderia servir, só se eu pegasse um ônibus e fosse até lá, mas isso era muita coisa para eu fazer sozinho, teria que ir para São Gabriel à mais de 600 km daqui, umas 7 horas de viagem, então se foi o meu sonho.
Três meses após o dia dá dispensa que tinha acontecido em janeiro, recebi uma carta na minha casa, era um chamado urgente para se apresentar de novo na junta militar, então lá fomos nós de novo para mais uma inspeção, alguns dias depois embarcamos e fomos em 38 jovens, voltou mais que a metade, mas eu fiquei e comigo ficaram mais 11. Depois de algum tempo dois foram embora, um foi expulso e o outro tinha filho, ficamos em 9 representando Guaporé na fronteira com o Uruguai, no sexto batalhão de engenharia e combate de São Gabriel, eu era um dos poucos voluntários á servir. Logo na primeira semana de internato me arrependi, mas fui me acostumando, foram 19 dias confinado com superiores gritando dia e noite no meu ouvido, mas valeu muito a pena, foi bastante produtivo, nós corríamos todos os dias em média de 6 á 7 km, correndo e cantando, o que era bom demais pois dava muita vibração. Com certeza foi a melhor experiência do mundo, só quem foi sabe o que é e quem não foi não vai pode falar. Esse fato foi a coisa que mais marcou a minha vida.
Para o futuro espero ainda um dia voltar para a melhor instituição do Brasil, vou tentar o concurso para Escola De Sargentos Das Armas. Que sonho!
3 comentários:
Olá Rafael! Por onde andas? Que pena que você desistiu de estudar. Espero que sigas em frente e realize todos os teus sonhos. felicidades.
hahaha bah desculpa cintia que eu não estava mais indo nas tuas aulas,mas eu não desisti tá eu ainda to aki,eu voltei na primeira aula que vc não estava mais bah desculpa mesmo nd pessoal, sabe neh!
Que bom saber que você voltou a estudar. Espero que passe e conclua logo o Ensino Fundamental, pois você tem condições de ir muito longe. Sucesso.
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